Estradas de Ferro e Porto

Estrada de Ferro Dom Pedro II

 

Fonte: www.anpf.com.br/histnostrilhos/historianostrilhos18_marco2004.html

Inauguração da Estrada de Ferro D. Pedro II, em 29 de Março de 1858, com a presença do Imperador D. Pedro II e toda a Côrte. Após a cerimônia, todos foram convidados para um "esplêndido copo d'água", oferecido pelo Imperador, como relatou um cronista da época. Foto do Acervo RFFSA-Preserfe. Publicada no Livro A Ferrovia e Sua História - Estrada de Ferro Central do Brasil, de Eduardo Gonçalves David.

Atual Central do Brasil, onde funciona a Companhia Ferroviária Supervia. Se no século XIX a construção das ferrovias atendia o escoamento da produção açucareira e cafeeira, hoje a estrada de ferro continua sendo de extrema importância na Baixada Fluminense e em outras regiões do Estado do Rio de Janeiro por ser um dos meios de transportes muito utilizados; essa preferência está associada a alguns fatores como a tarifa mais barata que de outras conduções coletivas e a fuga do trânsito conturbado no Rio.

Estação Central do Brasil

Fonte: www.supervia.com.br

 

Central do Brasil, saída dos trilhos. 

Fonte: www.ferrolatino.ch/ReiseBras2003Teil3.htm

Estrada de Ferro de Petrópolis ou Mauá

"O porto de Mauá procurará assim arrancar a hegemonia do Porto Estrela e o conseguirá. Alguns anos mais tarde, aquela localidade, centro de intercâmbio e comércio, cabeça de comarca, perderá de prestígio pouco a pouco. Vítima do trilho, não usufruirá mais as vantagens que lhe dera a trilha. Em breve seu município se desagregará em porções absorvidas por Iguaçu, por Magé, por Petrópolis que dela, da Estrela se destaca para se tornar vencedora (...) E o novo regimen nela se encontrará umas casas em ruínas, a pequena matriz do Pilar, vestígios de empedramento as tropas em descanso alisavam os cascos no sombreado das varandas das casas de negócio".

Fonte: BACKHEUSER, Everardo. Da Trilha ao trilho: contribuição para a conquista antropogeográfica da baixada e massiço fluminenses. Revista do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, n° 69.

 

Fonte: www.anpf.com.br/histnostrilhos/historianostrilhos10_novembro2003.htm

Lançamento da Pedra Fundamental da Estrada de Ferro Petrópolis (Mauá). Óleo/tela. Coleção Paulo Geyer. Foto publicada no Catálogo do Centro de Preservação Ferroviária do Rio de Janeiro/Engenho de Dentro/1983/Preserve/RFFSA. Este ato foi realizado na localidade de Fragoso.


 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: images.google.com/imgres?imgurl=http://br.geocities.Com/spacio7/maua-terminal.jpg&imgrefurl=http://br.geocities.com/spacio7/ferrovia-01.htm&h=336&w=862&sz=70&hl=pt-BR&start=23&tbnid=FC5GLYbfMcPmPM:&tbnh=57&tbnw=145&prev=/images%3Fq%3DEstrada%2Bde%2BFer

Estrada de Ferro Mauá - ligava o fundo da Baía de Guanabara a Fragoso, localidade próxima a Raiz da Serra de Petrópolis. Efetivava a ligação de Petrópolis com a Corte, através de integração intermodal: Passageiro tomava barco a vapor na Praça Mauá, trocava para o Trem no Porto da Estrela e finalmente transbordava para diligências em Fragoso com destino a Petrópolis. 
 

 

 

Porto da guia de Pacobaíba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: www.anpf.com.br

 

Guia de Pacobaíba entre meados da década de 70 e início da década de 80. Podemos ver na foto alguns metros de trilhos, uma locomotiva como monumento, e a casa do agente, um sinaleiro antigo, uma caixa d'água e a Estação razoavelmente conservados até então. Com o tempo, a situação lamentavelmente só piorou. Foto publicada no Livro Lembranças do Trem de Ferro, de Pietro Maria Bardi.

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